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segunda-feira, 10 de novembro de 2014

Taxas de juros sobem em outubro para pessoas física e jurídica


As taxas de juros para pessoas físicas e jurídicas aumentaram em outubro. O resultado, no entanto, ainda não reflete a alta da taxa básica de juros (Selic), de 11% para 11,25% ao ano, anunciada no último dia 29 pelo Comitê de Política Monetária (Copom). Os dados, divulgados hoje (10), são da Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac). A taxa de juros média geral para pessoa física apresentou uma elevação de 0,33 ponto percentual em outubro, passando 6,06% ao mês (102,59% ao ano) em setembro para 6,08% ao mês (103,05% ao ano) em outubro. Das seis linhas de crédito pesquisadas para pessoa física, uma se manteve estável (cartão de crédito rotativo) e cinco tiveram suas taxas de juros elevadas (juros do comércio, cheque especial, financiamento de automóveis, empréstimo pessoal feito por bancos e empréstimo pessoal feito por financeiras). A taxa de juros média para empresas apresentou uma elevação de 0,01 ponto percentual no mês (0,17 ponto percentual em doze meses) passando de 3,43% ao mês (49,89% ao ano), em setembro para 3,44% ao mês (50,06% ao ano), em outubro. Das três linhas de crédito pesquisadas para pessoas físicas, duas tiveram suas taxas de juros reduzidas no mês (desconto de duplicatas e conta garantida) e uma teve sua taxa de juros elevada (capital de giro). (Agência Brasil)

sexta-feira, 7 de novembro de 2014

Embrapa faz excursão técnica em Cabrália



Objetivo dos pesquisadores é levantar problemas de cultivo de mamão no extremo sul do estado da Bahia

11 pesquisadores e um analista da Embrapa Mandioca e Fruticultura (Cruz das Almas - BA), que é vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, fazem excursão técnica a propriedades produtoras de mamão no extremo sul da Bahia.

Segundo a pesquisadora Arlene Oliveira, uma das coordenadoras da viagem juntamente com o pesquisador Tullio Pádua, o objetivo é levantar os problemas de cultivo desta fruteira em parceria com os técnicos da Agência de Defesa Agropecuária da Bahia (Adab).

"Queremos estabelecer prioridades de pesquisa, parcerias com a iniciativa privada e ações de transferência de tecnologias", explica Arlene.

Formada por pesquisadores que trabalham com controle de pragas e doenças, manejo do solo, adubação, produção de novas variedades de mamoeiro, produção de mudas, sistemas de produção e manejo pós-colheita dos frutos, a equipe vai visitar propriedades de Eunápolis, Santa Cruz Cabrália, Porto Seguro, Itabela e Mucuri.

Na terça-feira (28), o grupo se reúne com agricultores e técnicos no Sindicato de Produtores Rurais de Eunápolis. "A ideia é ter o produtor caminhando junto com a pesquisa", afirma Arlene.

Na oportunidade, também será apresentado o arranjo de pesquisa "Produção de mamão com qualidade e sem degradação ambiental" e vão ser discutidas as principais linhas de pesquisas propostas pela Embrapa com esta fruteira na região.


Fonte: Cabrália News

segunda-feira, 3 de novembro de 2014

Mercado financeiro volta reduzir a previsão de crescimento da economia no Brasil em 2014

O mercado financeiro voltou a reduzir a previsão de crescimento da economia. De 0,27%, na semana passada, ela retornou ao patamar de 0,24% registrado em semanas anteriores. A estimativa está no boletim Focus, divulgado hoje (3) pelo Banco Central (BC). Analistas e investidores também elevaram a projeção da taxa de câmbio para o fim de 2014, de R$ 2,40 para R$ 2,45.

Já a estimativa de inflação foi mantida em 6,45%, pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Os preços administrados, regulados pelo governo, deverão ser reajustados no patamar de 5,15% no período.

Apesar de o Comitê de Política Monetária (Copom) do BC ter elevado a taxa básica de juros (Selic) para 11,25% ao ano em sua última reunião, o Focus manteve a previsão de que ela encerrará o ano em 11%. Para o fim de 2015, no entanto, a projeção da taxa básica foi elevada de 11,5% para 12%.

A dívida líquida do setor público seguiu estimada em 35,25% do Produto Interno Bruto (PIB), soma das riquezas produzidas no país. No setor externo, o deficit em conta-corrente, o indicador que mede o desequilíbrio das contas externas, deverá ficar em US$ 81 bilhões. O saldo da balança comercial deverá cair de US$ 2,10 bilhões para US$ 2 bilhões. Os investimentos estrangeiros diretos (IED) estimados deverão permanecer em US$ 60 bilhões.

sábado, 25 de outubro de 2014

Custo de energia ameaça 7 grandes empresas no NE

O fim dos contratos de energia com a Chesf, do grupo Eletrobrás, poderá comprometer a operação de sete grandes empresas instaladas no Nordeste: Braskem, Ferbasa, Dow, Mineração Caraíba, Paranapanema, Gerdau e Vale. Hoje essas empresas são abastecidas diretamente pela estatal (sem intermediação de uma distribuidora) e pagam em média R$ 100 pelo megawatt/hora (MWh). A partir de 1.º de julho de 2015, se o governo não mudar de ideia, elas terão de comprar essa energia no mercado por um valor, pelo menos, três vezes maior. O problema das empresas surgiu em 2012 com a MP 579, que antecipou a renovação das concessões das hidrelétricas. Para baratear a conta de luz do brasileiro, o governo federal decidiu dividir a energia das usinas em cotas para entregar às distribuidoras. Assim, a Chesf ficou sem energia para cumprir os contratos e teve de ir a mercado para comprar a eletricidade e atender os consumidores industriais. A partir do ano que vem, no entanto, esse compromisso acaba. “As empresas estão apavoradas”, afirma o presidente da Associação Brasileira de Grandes Consumidores Industriais de Energia e de Consumidores Livres (Abrace), Paulo Pedrosa. Até agora o governo não tem demonstrado nenhuma intenção de manter os contratos com as empresas. Em nota, afirmou que a energia será entregue até 30 de junho de 2015. O assunto poderá parar na Justiça. Uma das justificativas das empresas para a continuidade do abastecimento é que o contrato não é de consumidor livre. As empresas estão enquadradas como consumidores especiais, mais próximos de um consumidor cativo. E um consumidor cativo não tem a energia interrompida, destaca Pedrosa. (Agência Estado)