Uma greve que fora deflagrada, onde a mesma não tem prazo para ser retirada, para mostrar ao chefe do executivo, Gilberto Abade, que todos os acordos feitos a 3 anos atrás deveriam ter sido cumpridos e mais uma vez não passou de tática para driblar a situação, brincando com a confiança do servidor, mostrando total desrespeito pela categoria.
Alguns setores já se encontravam parados, mas hoje foi paralisado a secretaria de finanças do município, e com mais esse setor parado, computa-se 70%, respeitando apenas a minoria de 30%, para serviços essenciais.
O servidor, está cada vez mais revoltado com a manobra do gestor, pois na manifestação de hoje, ficou provado que a prefeitura não passa de um “picadeiro”, onde os profissionais, são todos palhaços, pois é assim que eles se sentem mediante a toda essa situação.

Representante do SINSPPOR justifica a ação da “Força Sindical”
Após a explosão de revolta do servidor, nossa equipe procurou o líder sindical, presidente do SINSSPOR (Sindicato dos servidores públicos de Porto Seguro), para compreensão maior sobre o manifesto, e assim saber se além do não cumprimento do “Pregão de Acordo”, houvera mais algum fato para que os funcionários públicos tomassem tal atitude.

THN – Lima, você é o líder sindical, o presidente da entidade que representa essa categoria. O que aconteceu dessa vez para que os servidores chegassem ao ponto de se caracterizar de palhaços e virem para as ruas?
Lima – Nós gostaríamos de dizer que nós temos uma pauta de negociação que está sendo montada a 3 anos, mas no que se tange a greve, o quesito central é a correção da tabela de Níveis e Referencias, ou seja, essa causa já foi nos dada judicialmente, a decisão foi a nosso favor,está ganha, e ainda foi feito um acordo com o gestor, no qual a correção dessa tabela seria disseminada em 3 vezes, a primeira parte em 2010, a segunda em 2011 e a terceira esse ano, mas o prefeito só cumpriu apenas uma parte, que foi o pagamento em 2010, desde julho de 2011 até o presente dia, nós vimos negociando e fazendo pequenas paralisações de caráter advertido, só que o governo municipal se mantém em uma postura de intransigência, se negando a negociar com a classe.

Esse manifesto não tem prazo determinado para findar, até que o governo mude a postura quanto a negociata, o cumprimento da anterior e outros itens que ainda não foram inclusos, onde os mesmos são: Avaliação de progressão funcional, produtividade de fiscais, insalubridade, periculosidade, regulamentação da escala de trabalhos entre outros.

A categoria aguarda que o governo se manifeste o mais rápido possível, para que essa situação seja revertida imediatamente, com um cumprimento horizontalizado, sem que apenas o servidor faça a sua parte e o executivo municipal, através do seu representante, não faça a mesma coisa, contorne a situação momentaneamente, cumprindo apenas uma parte e depois jogar a toalha, dizendo que os recursos capitados não estão sendo suficientes para continuar, pois a classe é grande e a verba tem de ser aplicada em todos os seguimentos, pois ainda existem obras que não foram terminadas e algumas nem do papel saíram por falta de dinheiro.
Por: Raphael Barbosa








