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sexta-feira, 4 de abril de 2014

Iphan rebate Nota sobre omissão em Porto Seguro, mas não convence


Carlos Amorim, superintendente do Iphan na Bahia, rebateu a Nota da coluna Tempo Presente, do jornal A Tarde, publicada na quarta-feira, 2 de abril, sobre a omissão do órgão em Porto Seguro.
Amorim explica que a ex-chefe do escritório de Porto Seguro, Cássia Boaventura, foi exonerada cinco anos depois da reprovação do projeto do resort Txai, em Trancoso e que o atual chefe do escritório na cidade, Felipe Musse, tem um bom currículo.
O superintendente do Iphan diz ainda que, depois de 10 anos sem investimentos em Porto Seguro, o órgão investiu R$ 850 mil restaurando cinco obras históricas.

FAZENDO AS CONTAS

A explicação do chefe do Iphan na Bahia merece algumas observações:

1 – O fato da exoneração de Cássia, em Porto Seguro, está sim ligada a postura inflexível dela em relação ao desenvolvimento do turismo local. Ela não contava com a saída do cargo tão cedo e sua exoneração demorou cinco anos, mas saiu. Era questão de tempo;

2 – O novo “especialista” em patrimônio que assumiu o escritório de Porto Seguro, Felipe Musse, precisa dar o ar da graça, envolvendo-se mais com a comunidade, participando da vida política e cultural da cidade. E, principalmente, levar a sério o Conselho Municipal de Cultura, tomando posse e participando das reuniões;

3 - Quanto ao investimento do Iphan em Porto Seguro, convenhamos, R$ 85 mil em 10 anos é mixaria para a importância histórica da cidade mãe do Brasil.
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