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quarta-feira, 27 de junho de 2012

Alunos de Cabrália-Ba, estão expostos a radiações perigosas


Alerta da Radiação perigosa em Cabrália-Bahia, Secretaria do Meio Ambiente coloca em risco de vida alunos e moradores de Santa Cruz Cabrália-Bahia e prefeito não toma nenhuma atitude sobre o problema. 


Torres de celular, de TV e FM provocam radiações perigosas na cidade de Santa Cruz Cabrália-Bahia e Secretaria do Meio Ambiente de Santa Cruz Cabrália-Bahia, não faz nada para impedir a tal radiação, na Escola Municipal Victurino da Purificação Figueiredo, as torres estão ao lado da escola, colocado em risco a vida de centenas de alunos, a lei determina que a torre deve estar isolada no mínimo 50 metros, mas a Secretaria do Meio Ambiente e a Secretaria da Educação do Município de Santa Cruz Cabrália não tomam nenhuma atitude, nem o Legislativo muito menos o poder Executivo municipal.


Com a grande demanda por celular, cresce o número de torres de radiofreqüência nas cidades brasileiras e em nossa amada Cabrália-Ba, prefeito autoriza a implantação de torres radioativas em escolas e bairro colocando moradores e alunos em riscos frequentes a saúde. 


A presença delas significa conforto, modernidade e tecnologia para a comunicação entre as pessoas. Nesse sentido ninguém é contra a presença das torres de radiofreqüência na vizinhança. Acontece, porém, que a chegada das torres de celular também significa ter cuidados, que deveriam estar previstos em lei, diante dos altos riscos que representa conviver com elas.

(Foto das 2 torres coladas no muro da escola Victurino)

Os estudos sobre os efeitos da radiofreqüência no corpo humano e a definição dos índices aceitáveis para as torres e aparelhos celulares ainda são insipientes no Brasil. Não há nenhuma legislação em vigor, nem projeto de lei tramitando sobre o assunto no Congresso Nacional. A única medida preventiva que se tem notícia é uma portaria baixada pela Anatel em dezembro/99, que recomenda a adoção dos limites em vigor na Europa, mencionados na publicação " Guidelines for Limiting Exposure to Time-Varying Electric, Magnetic, and Electromagnetic Fields" (Health Physics, Vol. 74, nª 4, pp 494-522, 1998 - a tradução para o português dessa publicação foi feita pela Associação Brasileira de Compatibilidade Eletromagnética-Abricem, realizada pelo Grupo de Trabalho de Efeitos Biológico dessa entidade). Um consenso mundial sobre o índice tolerável de radiação para o corpo humano não está realmente definido. Atualmente, estudiosos concordam apenas que cada pessoa pode suportar a radiação que varia entre 9 e 40 volts/metro. Acima de 40 v/m todos concordam que é prejudicial à saúde. Várias dúvidas pairam sobre o tema, inclusive se a radiação tem efeito cumulativo no corpo humano.

( Na foto reparem que são 3 torres de radiação ao redor do Colégio Victurino)

Primeiras ações trabalhistas

No Brasil, as primeiras ações trabalhistas decorrentes dos problemas de saúde causados pela radiação são da década de 70 e foram acionadas por técnicos da Telebrás, que trabalhavam próximos aos transmissores e antenas da companhia. Eles alegavam vários efeitos nocivos e seqüelas, e especialmente, impotência sexual. Desde então, iniciaram-se os estudos no país a respeito e, até hoje, pouco conclusivos.

(Essa grande torre fica a 10 metros da entrada do Colégio Victurino)

Segundo o professor da Universidade Federal da Bahia do curso de Engenharia de Telecomunicações, Roberto Costa e Silva, que leciona a disciplina Propagação de Sinais Elétricos e lida com o tema radiação desde 73, antes da privatização das empresas de telecomunicações, havia praticamente uma companhia telefônica nas cidades e o número de torres era estável. Depois da privatização, várias concessionárias de telefonia móvel e fixa passaram a responsabilizar-se pelos serviços de telecomunicações e o número de torres de telefonia celular disparou. "O brasileiro está tendo acesso ao celular, antes de ter sido atendido pela telefonia fixa. Ou seja, a telefonia celular está sendo usada como telefonia fixa no Brasil. Não há normas para a instalação de torres", explica.


Além do problema referente à instalação das torres de celular, o professor  também afirma que os aparelhos vendidos no mercado brasileiro não passam por uma avaliação adequada em termos de radiação. O aparelho analógico, por exemplo, é o mais poluente e tóxico. Já os digitais são menos radiativos e causam menos problemas à saúde. Um dos conselhos do professor para os usuários de celular é falar no máximo seis minutos, a cada ligação. "É o tempo médio para o corpo humano assimilar a radiação".

Cuidados e conclusões básicas

Não coloque o aparelho celular no ouvido de bebês e crianças muito pequenas,

Fale durante 6 minutos, no máximo, a cada ligação;

Transfira a ligação do celular para o telefone fixo, sempre que possível;

Celulares digitais são menos tóxicos do que analógicos;

Dores de cabeça, náuseas, azia, problemas de vista e impotência sexual podem ser sintomas de exposição à radiação em excesso. Observe se há torres de TV, FM e de celular perto de sua casa. Consulte um neurologista;

A radiação em excesso afeta especialmente o sistema nervoso central e causa a perda da flexibilidade muscular;

Não aproxime o rosto do forno de microondas ao abri-lo;

Adote uma distância mínima equivalente ao dobro da largura do aparelho de TV, para assisti-la;

Não é aconselhável a instalação de torres de radiofrequência (TV, FM e celular) em shopping centers;

Escolas, creches, asilos e hospitais não devem ter torres de radiofrequência em suas imediações.

Potência de radiação das torres (em média)

Torres de TV - de 1 watt a 50 mil watts

Torres de FM - de 1 watt a 30 mil watts

Torres de celular - de 20 mil watts a 50 mil watts

* As torres são definidas conforme o tamanho da cidade.

* A distância média mínima de uma torre deve ser o equivalente a um raio de 50 metros.

Fonte: Cabrália News 


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